"Dá a impressão de que muitos consideram que Deus é estranho a seus próprios interesses. Aparentemente não têm necessidade d'Ele, vivem como se não existisse e, pior ainda, como se fosse um "obstáculo" que deve ser eliminado para que a pessoa possa se realizar." (Papa Bento XVI)
Hoje é domingo, considerado pela Igreja Católica como Dia do Senhor. Acordei hoje pensando Nele, o Amor que não se cansa de amar e me coloquei a pensar em como os valores do mundo estão invertidos. A frase acima expressa o momento que vivemos. Muitas vezes não queremos nos submeter à vontade de Deus, queremos ser deus de Deus e modelar a vontade dele à nossa. Por isso que existe tanta hipocrisia no mundo. Lembrei-me de uma frase que Rui Barbosa escreveu em 1914, mas que combina direitinho com o presente: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantarem- se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." Parece que nós cristãos temos vergonha de viver a nossa fé, defender nossos valores e nossas crenças. Para sermos aceitos em determinados grupos precisamos calar a nossa boca, fingir que concordamos com práticas que são completamente contrárias às nossas crenças. Qual a minha postura de cristã hoje: sou o que sou e defendo os meus princípios ou sufoco a minha fé para agradar aos homens? Essa será a minha reflexão hoje e peço a você que passa por aqui também reflita. Onde está o Amor que acreditamos, defendemos e pregamos?
Indico esse vídeo da música "Where is the love?" (Onde está o Amor?):
http://br.youtube.com/watch?v=9VdNwGUZDhk
Abração e um domingo de muito AMOR!
domingo, 18 de novembro de 2007
Onde está o Amor?
"Dá a impressão de que muitos consideram que Deus é estranho a seus próprios interesses. Aparentemente não têm necessidade d'Ele, vivem como se não existisse e, pior ainda, como se fosse um "obstáculo" que deve ser eliminado para que a pessoa possa se realizar." (Papa Bento XVI)
Hoje é domingo, considerado pela Igreja Católica como Dia do Senhor. Acordei hoje pensando Nele, o Amor que não se cansa de amar e me coloquei a pensar em como os valores do mundo estão invertidos. A frase acima expressa o momento que vivemos. Muitas vezes não queremos nos submeter à vontade de Deus, queremos ser deus de Deus e modelar a vontade dele à nossa. Por isso que existe tanta hipocrisia no mundo. Lembrei-me de uma frase que Rui Barbosa escreveu em 1914, mas que combina direitinho com o presente: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantarem- se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." Parece que nós cristãos temos vergonha de viver a nossa fé, defender nossos valores e nossas crenças. Para sermos aceitos em determinados grupos precisamos calar a nossa boca, fingir que concordamos com práticas que são completamente contrárias às nossas crenças. Qual a minha postura de cristã hoje: sou o que sou e defendo os meus princípios ou sufoco a minha fé para agradar aos homens? Essa será a minha reflexão hoje e peço a você que passa por aqui também reflita. Onde está o Amor que acreditamos, defendemos e pregamos?
Indico esse vídeo da música "Where is the love?" (Onde está o Amor?):
http://br.youtube.com/watch?v=9VdNwGUZDhk
Abração e um domingo de muito AMOR!
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2 comentários:
Muito forte esse trecho de Rui Barbosa... infelizmente tem se realizado na vida de muitos. É preciso sempre estar em Deus, grudado nEle, assim não permitiremos que nossos princípios caiam por terra. E quanto ao amor... pergunta bem difícil... talvez sem razão... mas, talvez, ele esteja no coração daqueles que doam a sua vida em prol de alguém...
Adorei seu blog Lu!! Lindinha!! Se cuida! Boa semana! E uma frase deu meu livro!! Depois acesse meu blog e vamos nos intercambiando!! Beijos!
"Observe a dinâmica da natureza. Pare por alguns instantes. Escute o canto dos pássaros e animais. Volte sua atenção para o colorido das plantas e insetos. Tudo isso ajuda a relaxar, a enfrentar o estresse intoxicante da poluição sonora e ambiental" [ VIANA, Moisés. Tempo de Esperança e Realização. São Paulo: Paulus, 2006. p. 87 ].
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