domingo, 2 de dezembro de 2007

Tempo de mudanças...

Dezembro chegou, meu povo!!! Chegou desde ontem e eu estou atrasadinha...rsrs É hora de pensar o que fizemos em 2007 e sonhar com o que faremos em 2008. Tempo de mudanças, realmente.... Estava pensando aqui em sair de 2007 como se eu fosse mudar de casa para 2008: embalar aquilo que é bom e necessário, jogar fora aquilo que é desnecessário, adquirir o que embora bom e necessário eu ainda não tenho. Por falar em mudanças, semana passada minha irmã enviou um e-mail muito legal falando sobre a morte. O que é a morte tem em comum com isso tudo? rsrs O e-mail atribui a autoria do texto a Paulo Angelim que, de acordo com as informações, é arquiteto pós-graduado em Marketing.

"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira entre o passado e o futuro."

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém. Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos "infantilizados". Precisamos manter as virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc. Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser ?Pense nisso e morra! Mas, não esqueça de nascer melhor ainda!

Espero que gostem e reflitam sobre o texto. Se morrer implica em mudar então desde já eu quero morrer para nascer melhor ainda e ter dias melhores também.

Uma semana morreu e outra está nascendo...

Espero que ela seja muito melhor do que a anterior!!

Beijos!

Um comentário:

Mari disse...

belíssimo texto... entretanto, continuo tendo medo da morte...

prefiro matar aquilo que não há de bom em mim... morrer ainda é um termo muito forte pra mim!

bj!