Um dia a menina foi seqüestrada. Não foi um sequestro violento. A tática utilizada por ele foi outra. Entrou de mansinho, agradou, seduziu. Era o hóspede perfeito. Até que um dia revelou sua outra face: era sádico, impiedoso e egoísta. De uma hora pra outra ela se viu aprisionada. Ele levou algo muito mais precioso que dinheiro. Levou a capacidade de sonhar e acreditar nas pessoas. Alguém, um grande amigo e Pai pagou o resgate. Pronto: foi liberta! Mas quem já esteve no cativeiro sabe que ele deixa marcas e parece complicado voltar a viver a liberdade. Os primeiros anos foram difíceis, turbulentos, amargos, frios e nublados. Parece que a alegria de viver tinha ficado lá no cativeiro. Se ficou, aquele grande amigo, o mesmo que pagou o resgate, foi lá buscar e devolveu. Sim, ela voltou a sonhar, sorrir, acreditar, lutar e buscar a felicidade. O intrigante é que o seqüestrador vez ou outra dá as caras, tentando novamente lhe seqüestrar a paz. Ela tem medo, mas não se deixa levar por ele. Não deixará que o seqüestro seja silencioso. Ela acredita que o grande amigo está com ela, a guardá-la e protegê-la, não deixará jamais que ela ocupe aquele ou qualquer outro cativeiro. No lugar da angústia, do medo e da dor, ela muito tinhosa insiste em acreditar nas promessas Dele: “Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres” (Jo 8,35)
Todos os dias ao acordar ela vai proclamar: HOJE LIVRE SOU!




2 comentários:
Puxa que lindo...! Sem palavras... lembrei-me muito do livro de Pe. Fábio (Quem me roubou de mim). Sofremos sequestros subjetivos cotidianamente, e não nos damos conta, ou quando nos damos conta o estrago está bem feio... é preciso sempre ter em mente que Jesus é a única libertação... bjooo
lindoooooooooooooooooooooo
lembreiii do livro do pe tbm..rs
Saudades de vc linda!!
Deus te abençoe !!
Muito Obrigada por nos encantar e trazer coisas tão boas aqui!
Bjuss
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