"Dor não tem nada haver com amargura. Acho que tudo que acontece é feito pra gente aprender cada vez mais, é pra ensinar a gente a viver. Desdobrável. Cada dia mais rica de humanidade." (Adélia Prado)
Já chorei e choro. Choro com motivo e choro sem motivo também. Quer dizer, deve ter um motivo, mas na hora não lembro. Dói tanto que a alma não suporta e grita silenciosamente através das lágrimas que caem. Não, não é um culto ao sofrimento, não é pra auto-vitimar (nem sei se existe essa palavra), mas dói mais ainda quando quem não entende a dor, não respeita as lágrimas e acha que é bobagem. Tenho aprendido com a vida que a dor é uma mestra em potencial. Peço a Deus todos os dias que o sofrimento,a dor, as decepções, nunca endureçam o meu coração, mas me ensine o bem, a ser mais tolerante, mas atenciosa, mais humana. Ele tem atendido a minha oração. Ela, a grande mestra, também tem cumprido o seu papel. No lugar da amargura, a paciência, a compreensão, no lugar da inflexibilidade, a humildade, a humanidade. E assim vou ficando cada dia mais desdobrável…




Um comentário:
Ah amiga... q mestra malvada essa! Às vezes fico me perguntando: qdo vou terminar esse curso? Será q sou uma aluna tao ruim q nunca aprendo? Só sei que já estou fazendo doutorado em dor...
= (
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